Colabore com o programa mandando seu comentário ou pergunta através do blog. Participam do debate o páraco da Igreja Matriz São Paulo Apóstolo, padre Cláudio Antonio Prescendo e o médico pediatra Leandro Nunes Vieira.
Um comentário:
Anônimo
disse...
É interessante notar o comportamento do movimento abortista brasileiro. Poucos meses atrás seus líderes exerciam uma pressão descomunal no Congresso para aprovação de legislação pró-aborto. Uma pesquisa de nível nacional recente, no entanto, mostrou que 70% dos brasileiros são contra o aborto e a modificação da legislação. A partir disso ocorreu um recuo de discursos, inclusive do ministro da saúde José Gomes Temporão, um notável abortista.
Com o temor da derrota os abortistas arrefeceram suas articulações para a mudança na legislação. Tem sido assim desde pelo menos a última década: os próceres do aborto tentam agendar na sociedade e na arena política uma modificação da legislação que liberalize o aborto, mas, quando percebem que receberão uma derrota estrondosa – seja em plebiscito ou em votação parlamentar – recuam e não falam mais no assunto por um bom tempo. Ou seja, armam a fogueira, fazem o fogo, mas quando percebem que as lavaredas estão indo na direção não premeditada por eles logo tratam de atirar baldes de água fria.
O programa semanal que vai ao ar toda segunda-feira, às 23 horas, teve sua estréia no dia 12 de maio de 2008. O idealizador e também apresentador, advogado Victor Hugo Muraro Filho, que atualmente preside a OAB Subsecção de Lagoa Vermelha divide a bancada com a publicitária Vanessa Leite e o comunicador e gerente da Rádio Lagoa FM, Paulo Silva. O assunto escolhido para o lançamento do programa foi o caso "Isabella Nardoni" e contou com a participação da pscicóloga Denise Tregnago.
Um comentário:
É interessante notar o comportamento do movimento abortista brasileiro. Poucos meses atrás seus líderes exerciam uma pressão descomunal no Congresso para aprovação de legislação pró-aborto. Uma pesquisa de nível nacional recente, no entanto, mostrou que 70% dos brasileiros são contra o aborto e a modificação da legislação. A partir disso ocorreu um recuo de discursos, inclusive do ministro da saúde José Gomes Temporão, um notável abortista.
Com o temor da derrota os abortistas arrefeceram suas articulações para a mudança na legislação. Tem sido assim desde pelo menos a última década: os próceres do aborto tentam agendar na sociedade e na arena política uma modificação da legislação que liberalize o aborto, mas, quando percebem que receberão uma derrota estrondosa – seja em plebiscito ou em votação parlamentar – recuam e não falam mais no assunto por um bom tempo. Ou seja, armam a fogueira, fazem o fogo, mas quando percebem que as lavaredas estão indo na direção não premeditada por eles logo tratam de atirar baldes de água fria.
Parabéns pelo programa!!!
Cláudio Júnior Damin
Porto Alegre
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